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sábado, 6 de outubro de 2018

História: Crise do Império Romano e a Invasão dos Povos Germânicos..

O Império Romano ficou com muitos territórios e, com isso, não dava mais para tomar conta desse vasto território. Não estavam mais conseguindo administrar politicamente. Com um território tão grande, os gastos também aumentaram bastante. A economia começou a ficar abalada. Os proprietários de terra não podiam arcar com despesas referente a exploração das terras. Os gastos com o exército diminuiu. Como acabaram as conquistas, diminuiu a entrada de escravos. Com menos escravos, a produção de alimentos caiu e, logo, arrecadavam menos impostos. Conflitos entre patrícios e plebeus aconteceram. A religião também contribuiu para a crise já os religiosos cristãos não concordavam com a política do império.
Com isso, as terras começaram a ser invadidas, as chamadas invasões dos povos germânicos (bárbaros). Eram chamados de bárbaros pois não tinham a mesma prática, a mesma cultura que os romanos. Essa invasão se deu pois os germânicos estavam a procura de terras para seu povo que havia aumentado bastante. Em 476, Roma foi atacada e a parte ocidental do império deu origem aos reinos germânicos.

Indicação de filme:
 - A queda do Império Romano. Ano de lançamento do filme: 1964. Direção: Anthony Mann.

domingo, 30 de setembro de 2018

História: O Império Romano.

O Império Romano vai de 27 a.C até 476 d.C.  O período imperial romano costuma ser dividido em dois momentos: Alto Império e Baixo Império.

No Alto Império é o período que Roma chega no auge. 

Otávio Augusto (nome verdadeiro era Caio Júlio César Otaviano) foi o primeiro imperador (27 a.C - 14 d.C). Houve uma prosperidade econômica e tranquilidade. Esse período é chamado de paz romana. Além de reduzir o poder do Senado, promoveu a política do "pão e circo", a fim de conquistar o apoio da massa miserável da população romana.
Foi no governo de Augusto que Jesus Cristo nasceu. 
Os sucessores de Otávio, não foram capazes de dar continuidade ao seu trabalho. Os governos de Tibério, Calígula, Cláudio e Nero caracterizaram-se pelo despotismo, pela corrupção, pelas perseguições, pelo descontrole moral e político. Calígula chegou a nomear cônsul um cavalo e Nero pôs fogo em Roma.
Depois do governo de Augusto, Roma teve seu território aumentado, passando a ter terras pela Europa, Ásia e África. Nesse período houveram quatro dinastias: Julio-Claudiana (14-68), Flávia (68-96), Antonina (96-193) e Severa (193-235).  Foi durante a dinastia Julio-Claudiana que Jesus morreu por volta do ano 30.

No Baixo Império é o período da crise romana. 

Houve crise na agricultura. As guerras foram acabando e o abastecimento de escravos ficou comprometido. Muitas pessoas deixaram as cidades e foram para o campo. Com isso, arrecadavam menos impostos. 
Com um vasto território, Roma já não estava mais conseguindo tomar conta de suas terras e vários povos começaram a invadir.  Esses povos que invadiram Roma foram chamados de povos bárbaros, pois tinham costumes diferentes.

Em 395, o imperador Teodósio dividiu o império em: Império Romano do  (capital: Roma) e Império Romano do Oriente (capital: Constantinopla). Essa divisão não deu certo. 

 - O surgimento de uma nova religião: o cristianismo se dá nesse período e esse assunto você confere no blog TMN Religião: https://tmnreligiao.blogspot.com/2018/11/historia-surgimento-do-cristianismo.html

Roma Antiga (Parte 03)

A expansão do território romano e o sucesso militar deveu-se a disciplina e a organização do exército. As vitórias estimularam os romanos a entrar em novas guerras. A expansão romana intensificou o trabalho escravo, devido ao aumento de prisioneiros de guerra. 
A maioria do exército era composto por plebeus (pobres). Quando estavam na guerra, suas pequenas terras ficavam improdutivas, pois não tinham escravos porque eram pobres. Com o passar do tempo, acabavam abandonando-as. Os que conseguiam manter sua terra, tinham concorrentes: os grandes proprietários.
Muitos plebeus foram para Roma e não encontraram trabalho, que se tornou um local superpovoado. Os pobres eram chamados de proletários. Moravam em bairros onde não tinham mínimas condições sanitárias. A maioria da população de Roma era rural. Com o êxodo rural (saída de muita gente do campo para a cidade), Roma chegou a ter um milhão de habitantes. 

Com o aumento do território, houve aumento de escravos. Chegou-se a ter três escravos para cada cidadão romano. E claro, muitas insatisfações e revoltas.

Nesse período, os patrícios (detentores de latifúndios e escravos) controlavam o poder político. Os plebeus exigiam reforma agrária. A república romana começa a entrar em declínio. 

quarta-feira, 26 de setembro de 2018

Coloque seu nome e município nos comentários.

Fala galera que acessa o blog TMN Aulas de Reforço, tudo bem com vocês? Espero que sim.
Venho através desta postagem pedir que ao fazer algum comentário nos blogs TMN, coloquem o seu nome e sobrenome, o município e o Estado de onde estão teclando para que eu saiba quem e de onde estão acessando. Se for de outro país, coloque a cidade ou o Estado e o nome do país. Muitos estão comentando e esquecendo de mencionar seu nome e local e com isso não tenho como saber a procedência do comentário. Posso contar com vocês?
Muito obrigado pelos acessos e comentários e que bom que estão gostando das postagens. 
Vamos tentar chegar a 1 milhão de acessos?
Continuem comentando e tirando suas dúvidas. Compartilhe também com seus colegas, na página do seu colégio, do seu curso, do seu grupo de estudos...

domingo, 16 de setembro de 2018

TMN COIN 70 - Três livros.

Neste TMN COIN comento sobre três livros:
Falcão: meninos do tráfico (MV Bill e Celso Athayde),
Falcão mulheres e o tráfico (MV Bill e Celso Athayde) e 
Cabeça de Porco (MV Bill, Celso Athayde e Luiz Eduardo Soares).


sábado, 25 de agosto de 2018

Roma Antiga (Parte 02).

REPÚBLICA

A organização da República romana foi um longo processo de mais de dois séculos. O sistema de governo que se desenvolveu incluía o Senado, as Magistraturas e a Assembleia Popular.
O Senado, o mais importante órgão da República era composto em geral por políticos experientes e de origem patrícia. Nomeados por magistrados, seus membros eram vitalícios. Estavam encarregados de preparar as leis e decidir acerca das principais questões relativas a política interna e externa. Lá eram tomadas as decisões mais importantes da República.
As Magistraturas encarregavam-se dos poderes executivo e judiciário. Seus componentes eram patrícios em geral eleitos entre cidadãos de famílias com algum membro que já houvesse sido magistrado.
E a Assembleia Popular era composta por patrícios e plebeus, mas dominada por patrícios. Ali votavam-se as leis.
Os plebeus fizeram importantes conquistas durante o período republicano: direito de casar com patrícios, direito de serem sacerdotes, fim da escravidão por dívidas, etc.

OUTRAS INFORMAÇÕES:

 - Na Roma Antiga vivia-se com base na agricultura e na criação de gado. As maiores e melhores terras pertenciam as famílias mais antigas.
 - Expansão: Em seu processo de expansão pelo Mediterrâneo, no Ocidente, os romanos enfrentavam os cartagineses entre os séculos III e II a.C. Foram as chamadas GUERRAS PÚNICAS, que terminaram com a destruição de Cartago em 146 a.C.

Roma Antiga (Parte 01).

Roma era uma pequena cidade fundada pelos latinos ás margens do rio Tibre. Foi povoada por latinos e sabinos, que viviam como camponeses e criadores de cabras e porcos. Eram governados por um rei eleito por um conselho chamado Senado. O rei era a autoridade máxima no exercício das funções executiva, judiciária e religiosa.

Eram considerados cidadãos romanos os grandes proprietários de terras, chamados patrícios, que constituíam a camada mais rica da sociedade.

A maioria da população de Roma era composta por pequenos proprietários rurais, lavradores, comerciantes e artesãos, chamados plebeus. Eram livres e serviam o exército, mas não tinham direitos políticos. Havia uma camada formada pelos clientes, indivíduos de origem plebeia ou estrangeira que se associavam aos patrícios, prestando-lhes serviços em troca de proteção jurídica e ajuda material. Na base da escala social estavam os escravos, em geral recrutados entre os povos vencidos em guerras; eram desprovidos de direitos.  

Entre os séculos VII e VI a.C., o Senado elegeu três reis etruscos. Eles drenaram pântanos, construíram canais de esgoto, aquedutos, templos e abrigaram uma praça central, o fórum, onde a população podia vender e comprar mercadorias e discutir assuntos da cidade.

O último rei etrusco, Tarquínio, foi derrubado em 509 a.C., por uma conspiração dos patrícios. Insatisfeitos com as interferências do rei na função legislativa, os patrícios aboliram a monarquia e instalaram a República.

A palavra República significa coisa pública, designando o sistema político que visa servir ao interesse comum. A república instalada pelos patrícios não atendeu aos interesses da maioria da população romana, composta pelos plebeus. De fato, só os patrícios se beneficiaram da nova organização política, pois ocupavam praticamente todos os cargos do governo.

A partir de 494 a.C., os plebeus se organizaram para exigir participação no poder. Eles tiveram direito de ter seus próprios magistrados, a Assembleia da Plebe; no século III a.C., passaram a ter igualdade política.

TMN COIN 68 - #L19 e #L20

Neste TMN COIN comento sobre dois livros:
- #L19: Poética (Ana Cristina César) e
- #L20: Pensamentos de um ilustre desconhecido (Helio Ricardo).


Confira comentários de mais livros e também sobre diversos eventos no canal Thiago de Morais TMN - Rede TMN de comunicação, no youtube.


sexta-feira, 24 de agosto de 2018

Mitologia e Religião grega.

Quem estuda a Grécia Antiga não pode deixar de saber sobre a sua mitologia e a sua religião.

Os gregos eram politeístas, ou seja, acreditavam em vários deuses. Esses deuses se assemelhavam aos homens, pois suas paixões, fraqueza e virtudes próprias dos seres humanos. 
Os principais deuses gregos eram:
ZEUS: O pai de todos os deuses;
HERA: esposa de Zeus;
ATENA: filha de Zeus, deusa da sabedoria;
APOLO: deus do Sol, da luz e da verdade;
ÁRTEMIS: deusa da caça e da Lua;
HERMES: mensageiros dos deuses e protetor do comércio;
DIONÍSIO: deus do vinho, do divertimento e da fertilidade;
POSEIDON: deus das águas;
AFRODITE: deusa do amor e da beleza;
ARES: deus da guerra; 
ASCLÉPIO: deus da medicina;
DEMÉTER: deusa da terra, das plantas e da colheita;
ÉRIS: deusa da discórdia;
EROS: fazia os casais se apaixonarem;
HEFESTO: deus do fogo.

Mitos são histórias antigas, tradicionais, que tentam explicar fatos naturais. Os mitos gregos estão entre os mais famosos do mundo, que trazem heróis, mosntros, magia e feitos grandiosos.
Alguns mitos: Hércules, Prometeu, A odisseia, Agamênon, Teseu e o minotauro, Perséfone, a Caixa de Pandora, Édipo, Andrômeda, Belerofonte.

Xena foi uma personagem criada para a série de TV Hércules. Anos depois teve sua própria série: Xena, a princesa guerreira. Muita gente confundi que Xena era uma deusa, mas não era. Hércules, segundo a mitologia grega se tornou um deus. 

quinta-feira, 9 de agosto de 2018

História: Grécia Antiga (Parte 02).

A Grécia Antiga pode ser dividida em vários períodos:
Pré-Homérico (2000 a.C. - 900 a.C.)
Homérico (900 a.C. - 700 a.C.)
Arcaico (700 a.C. - 500 a.C.)
Clássico (500 a.C. - 338 a.C.)
Helenístico (338 a.C. - 30 a.C.)

Cidades-estado: Cada cidade grega tinha uma organização social própria. Muitas dessas cidades se formavam em planícies estreitas. 

Democracia: permitiu maior participação do povo no governo, sendo que essa democracia não era para todos. As mulheres, os escravos e os estrangeiros não eram considerados cidadãos. Muitos países hoje em dia tem a democracia como forma de governo, mas é bem diferente do jeito adotado pelos gregos antigos. 

Monarquia: governo que passa de pai para filho. 

Oligarquia: governo de poucos.

Duas cidades foram importantes para a antiga Grécia: Esparta e Atenas - duas cidades bem diferentes.
Atenas e Esparta eram rivais.  Veja as comparações:

1) LOCALIZAÇÃO:
ATENAS: Península Ática, voltada para o Mar Egeu.
ESPARTA: Interior do Peloponeso. 

2) SISTEMA DE GOVERNO:
ATENAS: democracia.
ESPARTA: oligarquia. 

3) SOCIEDADE:
ATENAS: Cidadãos (grandes  e pequenos proprietários, comerciantes e artesãos), metecos (estrangeiros ou descendentes de estrangeiros) e escravos.
ESPARTA: Espartíatas (nobres), hilotas (servos do Estado), periecos (pequenos proprietários de terra, comerciantes, artesãos e soldados de menor hierarquia).

4) EDUCAÇÃO:
ATENAS: Formação completa do cidadão. Nos primeiros anos, as crianças ficavam em casa. Aos 7 anos, os meninos eram entregues a pedagogos e frequentavam duas escolas: música e ginástica. As meninas ficam com as mães até se casarem.
ESPARTA: Formação física perfeita, de coragem e obediências as leis. Até os 7 anos, os meninos ficavam com as mães. A partir dos 7 anos, iam para casernas públicas para serem educados para a guerra até os 18 anos. Dos 18 aos 20 anos, dedicavam-se ao estudo das armas e manobras militares. Dos 20 aos 30, os treinos eram numa guerra. As meninas eram educadas de forma rígida para se tornarem fortes, excelentes esposas e mães de soldados.